Home / Crisma

Crisma

Celebração do Sacramento da Crisma

Algumas orientações para a celebração do sacramento da Crisma,

• Para o ingresso dos crismandos na assembleia litúrgica, evite-se tudo quanto possa parecer uma formatura, como por exemplo, entrada individual de crismando e padrinho, etc. Também a concessão das chamadas “Lembranças de Crisma” seja feita, onde houver, pelo próprio catequista, terminada a celebração eucarística, na sacristia ou em outro espaço conveniente, não dentro da missa, para que o sacramento não se equipare a uma colação de grau ou entrega de um diploma conclusivo. A titulo de sugestão o pároco poderia convidar os crismandos a participarem todos da missa dominical mais próxima, onde ao término da mesma, cada um receberia sua lembrança. Este gesto comprometeria ainda mais a inserção deles ao ritmo comunitário e de fé.

• Como sugestão para que a liturgia flua serena, sem excessos, evite-se comentário demasiado longo. O comentário precisa essencialmente aludir ao mistério do Cristo que estará sendo celebrando e introduzir o povo neste mesmo mistério.

• O canto de entrada é um canto que acompanha uma ação, isto é, sua função é acompanhar o presidente da celebração até o altar, seguida da incensação, quando houver. Terminado isso, o canto de entrada pode ser interrompido da melhor maneira.

• Os grupos de cantos primem em cantar na ação litúrgica o que a Igreja já dispõe nos Hinários e outras opções, sobretudo no que diz respeito aos cantos rituais: Ato, Glória, Santo, Cordeiro. Estes cantos já possuem as suas respectivas letras e se encontram no missal romano. Os grupos de cantos podem usar as melodias já disponíveis como também podem criar outras, desde que favoreçam um espírito celebrativo.

• A liturgia da Santa Missa deve encantar pelo essencial que ela traz e celebra: O Cristo. Quando sufocamos a celebração com muitos enfeites, danças, coreografias, falatórios, corremos o risco de perder a simplicidade e objetividade que caracterizam a liturgia latina.

• Outro aspecto importantíssimo é manter informado o Bispo ou encaminhar às cerimônias do Bispado um roteiro celebrativo do que está sendo preparado para a presidência da Santa missa, a fim de uma melhor comunicação. Na liturgia não deve haver espaços para surpresas.

Tudo deve estar muito bem dividido e previamente organizado.

• Quando a celebração da Crisma ocorrer nos Domingos do Tempo Comum, tomar-se-á as leituras do domingo, conservando as orações e cor própria do sacramento, vermelho. Sendo a missa no sábado segue-se tudo da missa ritual, inclusive as leituras. Como também, tendo o pároco presidido em outro horário a missa Dominical com liturgia própria, poderá se rezar a missa ritual como sugere o pontifical romano, ou o ritual do Sacramento da Crisma com leituras apropriadas e cor litúrgica vermelha.

• Vale lembrar que os crismandos não entram com velas acesas na procissão de entrada, nem durante a recepção do sacramento. O único momento em que as velas são acesas é durante a renovação das promessas batismais, logo após a Homilia. Em seguida são apagadas.

• O padrinho ou madrinha acompanha seu (sua) afilhado(a) sempre do seu lado esquerdo, pondo a mão direita sobre o ombro do afilhado (a)

• Orienta-se, para não haver possíveis ruídos de comunicação, que cada crismando faça uso de um crachá com a inscrição de seu respectivo nome.

• Os crismandos comungarão das mãos do Senhor Bispo sob as duas espécies eucarísticas. Pode-se organizar uma única fila dos crimandos na nave da Igreja.

• Durante os agradecimentos é conveniente que uma só pessoa fale em nome da comunidade reunida e dos crismandos, em seguida o pároco poderá fazer uso da palavra e expressar sua alegria de cooperador zeloso da ordem episcopal naquela comunidade que lhe fora confiada.

Evite-se, contudo, coreografias e apresentações teatrais antes da benção final.

• Após a Benção final é conveniente um registro fotográfico do Bispo com todo o grupo de crismandos

Diocese de Jequié-BA.